Estudantes de Goiânia garantem medalhas na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Aeronáutica (OBA)

Os alunos fizeram a prova, realizada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), no final de maio

Quatro alunos da Escola Canadense de Goiânia – Maple Bear serão premiados na 25ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Aeronáutica (OBA), competição existente desde 1998 e cujo foco é impulsionar o interesse de estudantes por temas relacionados a essas ciências. Davi Medeiros e Davi Moreira Tosatti, ambos do 8° ano e com 13 anos, receberão medalhas de bronze. Já a aluna Laura Yamim Nogueira, de 14 anos, do 9° ano, será premiada com medalha de prata e, Julia Bastos Costa, também do 9° ano e com 14 anos, receberá medalha de ouro. A premiação está prevista para outubro.

Os alunos fizeram a prova, realizada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), no final de maio. A edição teve 1.368.964 estudantes brasileiros inscritos, oriundos de mais de 12 mil instituições de ensino. Puderam participar estudantes do 1º ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio, de escolas públicas e privadas. A competição de foguetes, MOBFOG – realizada pelos mesmos organizadores – é permitida também para alunos do ensino superior.

De acordo com o professor de Ciências da Maple Bear Goiânia, Pedro Freitas, o desempenho dos alunos foi muito positivo, especialmente, por se tratar de uma prova escrita e sem etapas práticas, além de ter sido a primeira participação dos estudantes. “A OBA, especificamente, é uma ferramenta valiosa de ensino e aprendizado, que pode ser usada tanto para promover o interesse dos alunos nas áreas de STEM – Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática -, como para desenvolver o raciocínio e o pensamento crítico”, diz o professor. “Os alunos aceitaram o desafio e, pela primeira vez, participaram da Olimpíada Brasileira de Astronomia. Estão de parabéns pela dedicação, pela vontade de aprender, e claro, pelo ótimo resultado”, completa Freitas.

Equipes de estudantes da escola também participaram da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), em sua 16ª edição. Os alunos, que competiram no nível 3, construíram foguetes de garrafas PET – com base propelente de água e ar – e os lançaram, sob a supervisão do professor. As notas oficiais da MOBFOG devem ser disponibilizadas em outubro.